Reis Arcanos...


Tem um blog muito maneiro na Area, o carne de dragão com a historia dos reis arcanos uma aventura baseada no jogo Mago "o desperta." é cheio de aventura misterio e muita ação...


Obs: a todos eu peso desculpas pelos erros de portugues nos primeiros capitlos é que quando os postei esqueci de editar...................... espero que gostem da continuação................

Bem vindos ao meu mundo

espero que ao conhecendo meu mundo vocês possam encontra algo que lhes agrade.......... rs....... XD.......

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Capitulo4 – o abrir dos olhos.

Maria: como ela esta doutor?

Doutor: bem o trauma foi forte e só saberemos se ela terá seqüelas quando acorda.

Maria: que barbaridade.

Doutor: é a guerra minha cara, ela não escolhe vitima.

Maria: o senhor tem razão.

Caminhando com o doutor ate a porta Maria viu o príncipe na porta.

Maria: meu senhor!

Lyian: Maria eu queria saber da menina.

Doutor: ela esta se recuperando, o que eu mais recomendo a ela é repouso assim que ela acorda, pois enquanto estiver dormindo a única coisa que podemos fazer é esperar.

Lyian: é claro doutor, mas é só isso que o senhor tem para me dizer sobre o estado dela?

Doutor: no momento sim meu senhor só poderei ter certeza de qualquer coisa quando ela acorda.

Lyian: obrigado doutor.

Doutor: disponha meu senhor.

Fazendo uma reverencia o doutor saiu com Maria que o levou ate o portão.

Doutor: vou vir aqui de dois em dois dias ate a moça acorda.

Maria: obrigada doutor.

Ele pegou a sua carruagem e foi embora.

Lyian a olhava deitada e limpa, tinha alguma coisa de errado com ele, nunca que ele teria pegado uma garota ensangüentada nos braços e muito menos a teria levado para o seu quarto, estava tão descansada que parecia uma criança saiu do quarto e deu a passagem para a família da moça que tristes entravam no quarto.

Um mês depois no dia do aniversario dele o castelo estava em polvorosa à movimentação era incessante, o rei havia respeitado a decisão do filho de cuidar da jovem e ainda prestou suas condolências à família da moça mais não desistiu do aniversario do filho.

Lyian convenceu os O’brian a participar da festa mais nem um deles se mostrava motivado a festejar mais apesar da relutância eles desceram para o salão de festa, antes de descer Lyian foi ver Sakura que ainda dormia a mais de quatro semanas enquanto ela dormia calma e serena ele tentou conhecê-la por meio de seus pais e descobriu que era uma menina rebelde, respondona, que piorou quando seu amor de infância foi mandado para a guerra e morreu tem um ano e não faz força nem uma para superar, teimosa ele não poderia esquecer desse detalhe, abrindo a porta do quarto ele viu a mãe da moça que passava um lenço no rosto da filha e lhe passava um sermão para não repetir o ato de bravura e burrice de novo ela se virou quando me ouviu no quarto.

Mãe: olá príncipe Lyian!

Lyian: olá dona Ania, como ela esta?

Mãe: na mesma nem tenta me responder quando lhe passo um sermão.

Me aproximei da cama e ela se levantou dando passagem.

Lyian; não precisa se retirar dona Ania só vim vê como ela se encontrava.

Mãe: não se preocupe meu príncipe tenho que me reunir a minha família lá em baixo.

Caminhando ela pegou seu chalé e caminhou para a porta, Lyian se sentou na ponta da cama perto de sua mão, mas nada fez não a tocou nem falou com ela só a olhava, quando sentiu um leve movimento de mãos olhou e achou que tinha sido pego pela imaginação, mas continuou a observa e a viu tremer as sobrancelhas continuou a observa –la derrepente ela abriu os olhos devagar e ele foi fitado por olhos verdes como esmeraldas naquele momento ele quis se perde naqueles olhos e quase que ele foi tragado, quando a mãe da moça entrou no quarto alegando ter esquecido o lenço e quando viu que a filha estava acordada gritou de alegria.

Mãe: oh! Minha filha você quase matou sua mãe do coração, como esta se sentindo?

Sakura não respondeu por um tempo e ficou fitando – os.

Mãe: filha?

Sakura: quem são vocês?

Ania não teve reação as palavras da filha que voltava a olhar o homem a sua frente, o mesmo nada respondeu. Ela tentou sentar – se mais ficou tonta e parou no meio do caminho, Ania avançou ate a filha e ajeitou – lhe o travesseiro nas costas.

Sakura: obrigada!

Ania: não foi nada minha filha, príncipe Lyian eu vou chamar o doutor que se encontra no salão.

Lyian: tudo bem dona Ania.

Vendo a mulher avançar ate a porta ele ouviu o soluço que a senhora já não conseguia reprimir, voltou a olhar a jovem na cama olhava tudo com desconfiança e medo apertava a colcha contra o peito como se fosse uma criança com medo do escuro.

Lyian: você lembra seu nome?

Ela o olhou incrédula.

Sakura: não!

Lyian: tem certeza.

Sakura: tenho, e você quem é?

Lyian: ninguém importante.

Sakura: posso esta com dor de cabeça e posso não lembrar quem sou, mas não sou idiota.

Lyian: não pensaria nada de você.

Sakura: você sabe o meu nome?

Quando terminou de falar ela tinha um expressão triste no rosto deu um passo e parou quando o doutor entrou em um rompante no quarto com o resto da família atrás, ela quicou na cama e se encolheu no meio de tanta gente que falava ao mesmo tempo. O doutor começou a examina – la.

Doutor: bem ela me parece muito bem.

Pai: mais e a memória dela doutor?

Doutor: só poderemos saber com o tempo, vocês terão de contar – lhe uma coisa de cada vez para que ela vá se lembrando.

Pai: quanto tempo isso pode durar?

Doutor: isso depende somente dela.

Ambos olharam para a menina que se assustava com as mãos das mulheres a sua volta. Lyian tinha saído do quarto para que a família ficasse mais a vontade, mas veio a sua cabeça o momento em que ela abriu os olhos cor de esmeralda que o deixou paralisado por um momento e se pudesse ficaria a admirar – la.

Sakura observava as pessoas que a cercavam, uns choravam outros sorriam, mas ao olhar o único homem no quarto ele aparentava ter uns cinqüenta anos e cabelos grisalhos e no funda ela sabia que gostava dele tanto que seu sorriso foi direto na direção dele, ela viu a alegria nos olhos verdes opacos daquele homem, ele se aproximou e se ajoelhou ao lado dela.

Pai: como se sente minha filha?

Sakura: eu não me lembro de nada, senhor mais sei que gosto de você!

Pai: eu sou seu pai querida.

Mãe: é minha pequena somos a sua família, olhe a jovem loira é sua irmã mais velha Amélia, e essa aqui a meu lado morena é sua irmã mais velha também o nome dela é rosa, você é a nossa mais nova.

Sakura os olhava fixamente no fundo ela queria acreditar, mas por não lembrar ficou meio desconfiada.

Pai: não se preocupe querida, com o tempo você irá lembra, agora descanse.

Escutando a voz do homem que dizia ser seu pai, ela deitou e voltou a dormi, mas quando fechou os olhos a lembrança dos olhos negros a perturbou mais não tentou esquecer – lo mais no fundo ela sentia uma dor e não conseguia entender por que.

No salão a festa se decorreu como nunca todos os convidados compareceram e o salão estava lotado todos dedicaram suas atenções ao aniversariante, o mesmo foi cordial com todos no salão mais no fundo seus pensamentos estavam na menina deitada na cama dele com os olhos cor de esmeralda, sabia que era errado pensar nela mais pela primeira vez na vida uma mulher chamou sua atenção.

Mulher: esta distraído meu príncipe?

Lyian: perdoe-me, não quis parece uma companhia incomoda para senhorita.

Mulher: pode me chamar Annabelle meu príncipe.

Lyian: com minhas sinceras desculpas, Annabelle.

Annabelle: já é nossa terceira dança juntos seguida não precisamos ser formais, acho ate que o senhor não me quer dividir com os outros cavalheiros do salão.

Lyian: perdoe – me se a estou importunando por dança com a senhorita.

Annabelle: não longe disso meu príncipe fico lisonjeada.

Ele ficou a observa – la em seus braços linda esguia de olhos azuis como o mar, delicada como uma porcelana fica e moldada também, ele sabia que ela era fruto da sociedade em que viviam, uma das coisas que chamou atenção dele na jovem no andar de cima ela não parecia se importa com tal coisa, Terminando a musica ele tratou de se afastar na jovem com quem dançara a quatro musicas e deu mais atenção aos outros convidados no salão.

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