Capitulo 5 – convivendo. part 1
Tinha se passado 5 dias desde seu aniversario e ele não havia voltado ao seu quarto pediu para que Maria terminasse de levar suas roupas para o outro quarto, passando pelo corredor há viu olhando pela janela tentou ser cordial.
Lyian: gostaria de alguma coisa?
Ela o olhou e seus olhos brilharam de alegria, e no mesmo instante sentiu se inquieto.
Sakura: eu gostaria de ir lá fora.
Lyian: por que não vai?
Sakura: ele me pediram para não sair, ainda mais por que ainda não recuperei minha memória e poderia me perde.
Lyian: bem e se você for acompanhada, poderia sair?
Sakura: oh! Claro que poderia ai não estaria sozinha mais quem vai comigo?
Lyian: bem aqui estou senhorita seu humilde servo.
Enquanto falava fazia uma reverencia ela correu e pulou nele, ele deu um passo para trás para poder se equilibra quando a viu segurando o braço dele.
Sakura: bem senhor eu aceito e já que será meu servo quero que me leve para todos os lugares que conhece.
Ele não retribuiu o sorriso dela, mas assentiu com a cabeça ela não lembrava as normas de etiqueta ele se lembrou. Caminharam pelo jardim do castelo, mas ela não se conformava em ficar só no jardim, ela mesma estava puxando ele para fora do castelo, ele se deixou levar pela jovem que parou e ficou olhando para os lados quando saiu do portão, naquele momento se ele sorri -se teria achado graça.
Lyian: a senhorita confiaria em mim para leva – la a um lugar.
Sakura: eu não vejo outro jeito só não agüento mais ficar presa aqui.
Lyian: pois bem então.
Ele caminhou com ela ate o rio quando chegaram perto da ponte ele parou e a olhou e ela teve um choque e ficou totalmente imóvel e ele também teve um a lembrança de sete anos atrás ele havia salvado uma jovem que tinha caído no rio por culpa do namoradinho, e o choque maior foi que era a jovem em suas braços.
Sakura: eu conheço esse lugar!
Lyian: sim deve conhecer sim você mora não muito longe daqui.
Sakura: então eu já estive aqui.
Lyian: sim.
Ela sorriu para ele e se afastou chegando à beira do rio, virou – se e lhe dedicou outro sorriso para depois olhar para a água e pular, seu coração quase saiu pela boca por causa do susto correu para tentar segura – la mais ela já estava na água.
Sakura: ah! Que delicia!
Lyian: saia dai imediatamente se não você pode se resfriar.
Sakura: venha esta uma delicia!
Lyian: não, agora saia daí!
Sakura: ta você é um chato, pois eu ia tentar me lembrar de alguma coisa.
Ela esticou a mão para ele pode pegar quando ele a pegou ela o puxou fazendo com que ela caísse na água quase em cima dela ele se levantou na água furioso e a fuzilou com os olhos ela lhe retribuiu um sorriso e saiu do rio se arrastando por causa do peso do vestido que agora se aderia ao corpo dela Lyian fez o mesmo quando se posicionou ao lado dela ela saiu correndo.
Sakura: é melhor correr por que se não vou chegar primeiro!
Enquanto falava corria levantando o vestido, respirando fundo começou a corre atrás dela atrapalhado apenas pela roupa que lhe agarrava o corpo quando se aproximou dela agarrou – lhe o braço e a puxou no mesmo instante ela escorregou e ele a segurou contra o peito, ela sorria sem fôlego.
Sakura: por que fez isso você quase me machucou.
Lyian: você não só perdeu a memória como o juízo, a guerra esta a ponto de estourar e você me sai correndo sozinha.
Sakura: não grite comigo, você não estava atrás de mim poderia me proteger.
Ele enlaçou o braço dela no dele e caminharam para dentro do castelo ambos sujos de lama e poeira, quando se aproximaram do jardim um homem o esperava e quando o viu levou um susto, e olhando para o lado dele e a viu fez cara feia, no instante seguinte uma jovem se aproximou do homem e ficou estarrecida com o que viu. Sakura a olhou sem entender por que os olhavam daquela maneira ela se afastou dele e foi correndo para dentro de casa. Parando em frente ao homem e a jovem que fizeram lhe uma reverencia.
Lyian: em que posso lhe ajudar senhor Boston?
Boston: bem vim falar lhe sobre a guerra para aumentarmos nossos soldados e minha filha Annabelle veio me fazer companhia.
Lyian: então que seja entrem nos encontraremos no meu escritório.
O mordomo os levou ate o escritório de Lyian.
Dirkson: o príncipe já vem lhes receber!
Boston: claro, agora vá!
Annabelle: como pode meu pai era a selvagem da Sakura de braços dados com o príncipe como isso pode estar acontecendo, era para ser eu ali e não ela tenho educação, tenho classe, respeito meu lugar e tenho posição social.
Boston: calma minha filha ela não deve passar de diversão na mão do príncipe, se é que você me entendeu, concerteza quando príncipe for casar ele irá escolhe alguém com classe como você meu anjo.
Annabelle: e verdade e quando ele escolher e daremos um jeito para que seja eu, vou fazer com que sumam com ela papai.
O minutos passaram e Lyian entrou pela porta e se deram a reunião a pesar de contrariado Lyian sabia que era importante, foi uma reunião tensa e a filha do homem não se abalava com o tempo isso o impressionou, mas não o abalou.
Maria passou a tarde toda dando bronca na menina que chegou ensopada em casa.
Maria: minha filha seus pais estão chegando.
Sakura: sim Maria vou espera – los aqui no meu quarto para não corre o risco de me sujar e você brigar comigo.
Falou como uma gatinha tristonha.
Maria: acho muito bom!
Elas ouviram os barulhos da carroça e Maria correu para atende – los, Sakura sentou se na cama sentindo um aperto no peito e ficou olhando a porta. Então entraram pela porta os pais dela.
Robson: minha filha como esta?
Sakura: estou bem senhor! Disse sorrindo.
Robson: pai, mocinha! Disse ele em tom de advertência.
Sakura: pai!
Mãe: não a perturbe homem, minha filha nós viemos te buscar.
Sakura: me buscar para onde?
Mãe: para casa, estamos sentindo sua falta minha filha e seu quarto esta vazio e me dói ver isso, vamos para casa?
Sakura: eu não moro aqui?
Mãe: não moramos longe daqui!
Robson: lá é maravilhoso.
Sakura: eu acordei aqui, aqui é minha casa!
Ela se levantou e foi ate a janela.
Mãe: não minha filha o príncipe foi maravilhoso em te trazer para cá.
Sakura: não me tirem daqui, eu não quero ir.
Ela começou a se desesperar e a caminhar pelo quarto.
Sakura: não façam isso, por favor.
Correu pela porta e se chocou com o príncipe que estava a caminho do próprio quarto.
Lyian: o que aconteceu?
Sakura: eu não moro aqui?
Lyian viu os olhos da jovem chorosa a agarrou e a levou de volta ao quarto.
Lyian: pode me explicar o que esta acontecendo aqui?
Dava para ver que ele estava estressado.
Robson: viemos buscar a nossa filha, vamos leva – la para casa.
Mãe: muito obrigada pela sua hospitalidade meu senhor, não teremos como pagar o que fez pela minha mais nova, mas vamos leva – la não queremos atrapalha los mais.
Robson caminhou e pegou a filha dos braços do príncipe. E ela segurou a blusa dele.
Lyian: não é incomodo algum, ela é muito bem tratada aqui.
Robson: jamais duvidaria, na verdade tenho certeza.
Lyian: pode ter certeza que nem eu e nem o meu pai vamos nos incomodar com ela aqui.
Mãe: eu sei senhor mais vou levar a minha filha para casa.
Sakura: eu não quero ir, eu gosto de ficar aqui e eu nem sei para onde vocês estão me levando.
Ao termina de falar todos sentiram um impacto ela não lembrava de nada que aconteceu antes de acorda.
Lyian: eu não me incomodo, podem deixa – la morar aqui.
Sakura: eu posso?
Ela olhou para os pais e para a governanta que sorriu.
Maria: eu não me incomodo, na verdade é ate bom cuidar dessa mocinha.
Mãe: mais querida...
Lyian: podem vir visita – la a hora que quiserem sem se preocupar em avisar.
Os pais se retiraram na carroça e voltaram para casa e apesar de não ter ido com eles Sakura chorava ao vê – los pela janela.
Lyian: por que esta chorando? Você não queria ficar.
Sakura: eu não sei por que mais estou tão triste, e magoada por tê los magoado.
Lyian: descanse!
Ele se retirou e ela foi para cama.
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