Capitulo 3- luta.
Fez – se um mês desde a festa no castelo, a vida já havia voltado à normalidade, mas as pessoas ainda comentavam da festa e do príncipe que havia voltado.
Mãe: onde esta sua filha Robson?
Pai: deixe a menina Ania, ela tem o direito de viver.
Mãe: ela tem que voltar para terra e superar a perda homem.
Pai: um dia ela fará isso, deixe –a em paz!
Enquanto isso...
Caminhando pela mata ate achar o rio que sua mãe mais gostava, Lyian viu algo inusitado uma jovem se banhava alegremente na água do mesmo sorrindo ela olhava o céu a falava palavras que ele não conseguia ouvir, levantando- se da água ele reconheceu a jovem de cabelos vermelhos, podendo ficar ali e observa –la ele preferiu se retirar e deixa – la a vontade, voltou para o castelo devagar não tinha presa, chegando no castelo foi recebido pelo mordomo que o levou ate seu pai.
Rei: ainda bem que chegou meu filho, estava vendo os preparativos do seu aniversario.
Lyian: bem meu pai não vejo necessidade de preparativos não tenho a intenção de comemorar...
Rei: de jeito maneira, você esta quase sendo rei meu filho e não vou deixar de comemorar seu aniversario já que fiquei 7 anos sem comemora – lo, o ultimo foi o seu de dezenove anos antes de viajar e ficar tão longe de mim.
Lyian não tinha como argumentar com seu pai não queria magoa – lo nesse momento tão frágil da vida dele.
Lyian: tudo bem meu pai já que insiste.
Rei: obrigado meu filho!
Lyian: disponha meu pai.
Rei: há meu filho...
Lyian: sim...
Rei: você vai entregar os convites!
Lyian: o que?
Rei: sim, eles já estão prontos.
Lyian: você toma as rédeas do meu aniversario e ainda quer que eu entregue os convites.
Rei: sim meu filho e para você conhecer o nosso povo e quem sabe você se apaixona por alguma moça.
Lyian ia responder que não ia se apaixonar por mulher nem uma daquele lugar, mas de que iria adiantar com um homem tão teimoso quanto ele mesmo, deu mais uma olhada para o pai e o viu esticando os com um punhado de cartas na mão, tomou as cartas das mãos do pai e saiu do quarto.
Lyian: Dirkson!
Mordomo: sim meu senhor!
Lyian: vou precisar de ajuda para entregar essas cartas no povoado.
Mordomo: sim meu senhor.
Ambos saíram juntos e seguindo os nomes impressos nos envelopes ele foi de casa em casa entregando.
Na casa do agricultor...
Mãe: isso são horas mocinha!
Gritava a mãe.
Sakura: Mãe eu estava no lago me banhando...
Mãe: vá troca esse vestido agora, senão vai ficar doente e ajude sua irmã a arrumar a casa.
Sakura: mais mãe...
Mãe: mais mãe nada vá agora!
Resmungando Sakura foi trocar de roupa e arrumar a casa junto com sua irmã Amélia. Arrumaram a casa cantando e conversando sobre tudo o dia se discorreu normalmente, anoitecendo todas foram se arrumar para o jantar que a mãe e a irmã prepararam.
Mãe: onde esta sua irmã Amélia?
Amélia: calma mãe, ela esta se arrumando estava suja por causa da poeira da casa.
Mãe: bom vou ficar de olho nessa menina ela esta muito rebelde para o meu gosto e infelizmente não tenho mais o Derek para ficar de olho nela.
Amélia: bem mãe vamos deixar isso de lado...
Batidas na porta...
Mordomo: só falta mais uma não é?
Lyian: sim Dirkson, não agüento mais tomar chã e comer bolinhos.
Mordomo: meu príncipe você poderia pelo menos retribuir o sorriso das meninas.
Lyian: não Dirkson não farei isso para agrada- lás, e você poderia ter deixado os guardas no castelo.
Mordomo: não farei isso só para agrada- lo meu senhor.
Lyian: foi o que eu falei.
Ambos continuaram ate a ultima casa a entregar o convite.
Sakura: quem é?
As mulheres na cozinha se sobre saltaram com a chegada da irmã.
Amélia: não sei mamãe foi atender.
Rosa: mais isso não são horas de visitas, papai ainda não chegou.
Amélia: dever se o senhor John nosso visinho.
Sakura: bem só se ele tiver concertado a carroça dele.
Rosa: e como você sabe que estava quebrada kura?
Ambas olharam para a irmã mais nova com desconfiança, e Sakura mordeu o lábio inferior dando um passo para trás.
- há! Um grito da porta.
Irmãs: mamãe!
Todas correrão ate a sala e virão a mãe rendida por três homens grandes e sujos.
Amélia: oh meu deus!
Rosa: mãe!
Sakura em vez de avança recuou para trás da irmã e voltou à cozinha.
Amélia: por favor, senhor solte nossa mãe.
Homem1: claro minha jóia é só seguir nossas ordens que nada de mal irá acontecer.
Rosa: o que vocês querem?
Homem2: suprimentos e bandagens.
Homem3: só estamos há um tempo sem diversão, e temos duas lindas jóias aqui.
Os três olharam para as irmãs com malicia e a mãe se desesperou na mão do primeiro homem.
Mãe: por favor, machuquem minhas meninas, eu não ligo para o que vão fazer comigo.
Homem3: cale a boca velha! Ele gritou.
Lançaram a mãe contra uma cadeira que bateu as costelas e não conseguiu se mexer avançaram contra as duas irmãs que saíram correndo voltando a cozinha de onde tinham vindo pegaram as primeiras coisas que tinham visto na frente.
Amélia: vocês não têm honra!
Rosa: são do exercito inimigo eles não tem honra!
Olharam para cima do armário e viram a irmã mais nova em cima do armário com um porrete, e ela piscou para as irmãs, quando os homens entraram na cozinha ela pulou do armário, e as irmãs avançaram desesperadas ela bateu na cabeça do ultimo a entrar na cozinha que respondeu socando o peito dela com as irmãs gritando os outros homens avançaram contra as outras duas.
Homem3: tem mais uma aqui meus amigos uma para cada um de nos, é natal.
Eles riam alto mesmo com dor Sakura avançou batendo entre as pernas do terceiro homem que caiu de dor ela se levantou para bater nos outros quando esse terceiro a puxou pelos pés ela caiu e ele a arrastou pelo piso de madeira, os outros tentavam agarra as irmãs que lutavam com bravura, ela tentou se levantar e ele a agarrou ela o arranhou com as unhas e ela a socou e bateu com a cabeça dela no chão ate que ela não conseguisse mais se mexer, as irmãs gritavam em desespero e choravam.
Homem3: bem mereceu, pena que eu perdi minha diversão posso d...
Um som de tiro veio de fora, eles se assustaram e homens entraram na casa armados empurrando as irmãs para longe os homens saíram pela porta da cozinha as presas, um homem de meia idade se aproxima carregando a mãe das meninas que avançaram ate perto da porta onde estava a irmã mais nova, o desespero da mãe era evidente ao ver a filha ensangüentada no chão o pai entrou de supetão na porta e quase enfartou ao ver a filha no chão.
Depois de mandar seus guardas atrás daqueles homens Lyian estava com tanta raiva que poderia cometer um assassinato que nem sentiria, ao ver aquela mãe desespera com as filhas em perigo entrou na casa e foi ate onde estava o movimento de pessoas e ficou estatelado com o que viu três mulheres chorando sobre um corpo no chão ele se aproximou e viu o sangue colar os cabelos vermelhos dando uma cor morta ao vermelho vivo, seus instintos foram mais fortes do que sua educação.
Lyian: com sua licença senhor O’Brian.
Ele esticou os braços e pegou o corpo que estava no chão e o correu com ela para a carruagem.
Lyian: para o castelo agora e depois vá buscar o doutor.
Com ela nos braços ele nem percebeu que havia deixado o mordomo na casa ele nem olhou para trás, apertou ela nos braços e sentiu que ela ainda respirava para seu alívio.
Chegando ao castelo ele correu para o próprio quarto e a deitou na cama chamando uma empregada para limpa –la ate que o doutor chegasse as mulheres desesperadas correram e começaram a limpa o rosto da Sakura para tirar – lhe o sangue do rosto o doutor chegou e ele a deixou sozinha com ele.
Robson: onde esta minha filha?
Amélia e Rosa: nossa irmã?
Eles saíram correndo da carroça e invadiram o salão do castelo.
Lyian: com o doutor!
Robson: não sei como lhe agradecer meu senhor, se a sua atitude salvar minha filha.
Lyian: eu espero que minha atitude salve sua minha senhor O’Brian.
Robson: eu espero senhor obrigado.
Lyian: Maria arrume os quartos para o senhor O’ Brian e suas filhas ele vão ficar aqui ate a irmã deles melhorar.
Maria: sim, me acompanhem, por favor.
Robson: obrigado meu senhor.
Lyian: descansem e deixe dirkson traga sua esposa, vou manda meu coche.
Robson: obrigada senhor.
Mais tarde naquela noite...
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